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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Vai Corinthians!!!

Hoje, no Pacaembu, o Corinthians vai fazer a final da Taça Libertadores da América contra o Boca Junior da Argentina. O jogo será, sem qualquer dúvida, uma grande partida e, tudo indica, que o Corinthians será campeão da Libertadores, título que nunca conseguiu alcançar.
Digo isso porque acredito que nada acontece por acaso e o empate do Corinthians na Bombonera na semana passada, prá mim, foi um sinal.
Mas, como futebol é bola na rede e o jogo só termina quando o juiz apita, vamos esperar prá ver.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

São Pedro

Hoje é dia de São Pedro o santo amigo de Jesus e conhecido como o responsável pelas portas do céu!

domingo, 24 de junho de 2012

VIVA São João!!!


sábado, 16 de junho de 2012

Biblioteca Prof. Richard A. Macksey

Essa é uma das bibliotecas pessoais mais impressionantes, ela pertence ao Professor Richard A. Macksey, que é um dos mais adorados professores da Universidade Johns Hopkins, e co-fundador da Universidade central de Ciências Humanas.
E é dono de uma das maiores bibliotecas particulares do Estado de Maryland, com mais de 70.000 livros, manuscritos e trabalhos artisticos (valor aproximado do seu acervo: US$ 4 milhões)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Carlão Se Foi

Foto de Gino-SP
O cineasta brasileiro Carlos Reichenbach morreu na tarde desta quarta-feira (14) em São Paulo, aos 67 anos. A informação foi divulgada em nota pela assessoria de imprensa do diretor, que fez filmes como “A ilha dos prazeres proibidos” (1979), “Império do desejo” (1981), “Filme demência” (1985), “Anjos do arrabalde” (1987), “Alma corsária” (1993) e “Garotas do ABC” (2003) e "Falsa loura" (2007).
Ainda de acordo com a nota, Reichenbach, ou Carlão, como também era conhecido, morreu exatamente no dia de seu aniversário. Nascido em Porto Alegre, em 1945, ele logo se mudou  para São Paulo, cidade presente em boa parte de sua obra. Seu primeiro trabalho como diretor, um curta-metragem, é "Esta rua tão Augusta" (1969).

O Melhor Mascote Para a Copa do Mundo

O tatu-bola é o menor tatu brasileiro. Para se defender, esse tatu se enrola completamente, formando uma bola, daí o nome popular, e o rabo e a cabeça se adaptam como num quebra-cabeça, protegendo o corpo do tatu, o que não o defende do homem, porém, porque fica fácil pegar a bola que é o tatu e enfiar num saco.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Santo Antonio

Hoje é dia de Santo Antonio o padroeiro dos pobres, o santo casamenteiro, enfim, um santo que faz muito sucesso no Brasil.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Procissão

"...Olha lá vai passando a procissão, se arrastando que nem cobra pelo chão, as pessoas que nela vão passando, acreditam nas coisas lá do céu..." (Gilberto Gil)
Procissão da Arquidiocese de São Paulo passa pelo viaduto da Santa Efigênia debaixo de chuva.

domingo, 1 de abril de 2012

Hildegard Angel

Foi um acaso. Eu passava hoje pela Rio Branco, prestes a pegar o Aterro, quando ouvi gritos e vi uma aglomeração do lado esquerdo da avenida. Pedi ao motorista para diminuir a marcha e percebi que eram os jovens estudantes caras-pintadas manifestando-se diante do Clube Militar, onde acontecia a anunciada reunião dos militares de pijama celebrando o “31 de Março” e contra a Comissão da Verdade.
Só vi jovens, meninos e meninas, empunhando cartazes em preto e branco, alguns deles com fotos de meu irmão e de minha cunhada. Pedi ao motorista para parar o carro e desci. Eu vinha de um almoço no Clube de Engenharia. Para isso, fui pela manhã ao cabeleireiro, arrumei-me, coloquei joias, um vestido elegante, uma bolsa combinando com o rosa da estampa, sapatos prateados. Estava o que se espera de uma colunista social.
A situação era tensa. As crianças, emboladas, berrando palavras de ordem e bordões contra a ditadura e a favor da Comissão da Verdade. Frases como “Cadeia Já, Cadeia Já, a quem torturou na ditadura militar”. Faces jovens, muito jovens, imberbes até. Nomes de desaparecidos pintados em alguns rostos e até nas roupas. E eles num entusiasmo, num ímpeto, num sentimento. Como aquilo me tocou! Manifestantes mais velhos com eles, eram poucos. Umas senhoras de bermudas, corajosas militantes. Alguns senhores de manga de camisa. Mas a grande maioria, a entusiasmada maioria, a massa humana, era a garotada. Que belo!
Eram nossos jovens patriotas clamando pela abertura dos arquivos militares, exigindo com seu jeito sem modos, sem luvas de pelica nem punhos de renda e sem vosmecê, que o Brasil tenha a dignidade de dar às famílias dos torturados e mortos ao menos a satisfação de saberem como, de que forma, onde e por quem foram trucidados, torturados e mortos seus entes amados. Pelo menos isso. Não é pedir muito, será que é?
Quando vemos, hoje, crianças brasileiras que somem, se evaporam e jamais são recuperadas, crianças que inspiram folhetins e novelas, como a que esta semana entrou no ar, vendidas num lixão e escravizadas, nós sabemos que elas jamais serão encontradas, pois nunca serão procuradas. Pois o jogo é esse. É esta a nossa tradição. Semente plantada lá atrás, desde 1964 – e ainda há quem queira comemorar a data! A semente da impunidade, do esquecimento, do pouco caso com a vida humana neste país.
E nossos quixotinhos destemidos e desaforados ali diante do prédio do Clube Militar. “Assassino!”, “assassino!”, “torturador!”, gritava o garotinho louro de cabelos longos anelados e óculos de aro redondo, a quem eu dava uns 16 anos, seguido pela menina de cabelos castanhos e diadema, e mais outra e mais outro, num coro que logo virava um estrondo de vozes, um trovão. Era mais um militar de cabeça branca e terno ajustado na silhueta, magra sempre, que tentava abrir passagem naquele corredor humano enfurecido e era recebido com gritos e desacatos. Uma recepção com raiva, rancor, fúria, ressentimento. Até cuspe eu vi, no ombro de um terno príncipe de Gales.
Magros, ainda bem, esses velhos militares, pois cabiam todos no abraço daqueles PMs reforçados e vestidos com colete à prova de balas, que lhes cingiam as pernas com os braços, forçando a passagem. E assim eles conseguiram entrar, hoje, um por um, para a reunião em seu Clube Militar: carregados no colo dos PMs.
Os cartazes com os rostos eram sacudidos. À menção de cada nome de desaparecido ao alto-falante, a multidão berrava: “Presente!”. Havia tinta vermelha cobrindo todo o piso de pedras portuguesas diante da portaria do edifício. O sangue dos mortos ali lembrados. Tremulavam bandeiras de partidos políticos e de não sei o quê mais, porém isso não me importava. Eu estava muito emocionada. Fiquei à parte da multidão. Recuada, num degrau de uma loja de câmbio ao lado da portaria do prédio. A polícia e os seguranças do Clube evacuaram o local, retiraram todo mundo. Fotógrafos e cinegrafistas foram mandados para a entrada do “corredor”, manifestantes para o lado de lá do cordão de isolamento. E ninguém me via. Parecia que eu era invisível. Fiquei ali, absolutamente sozinha, testemunhando tudo aquilo, bem uns 20 minutos, com eles passando pra lá e pra cá, carregando os generais, empurrando a aglomeração, sem perceberem a minha presença. Mistério.
Até que fui denunciada pelas lágrimas. Uma senhora me reconheceu, jogou um beijo. E mais outra. Pessoas sorriram para mim com simpatia. Percebi que eu representava ali as famílias daqueles mortos e estava sendo reverenciada por causa deles. Emocionei-me ainda mais. Então e enfim os PMs me viram. Eu, que estava todo o tempo praticamente colada neles! Um me perguntou se não era melhor eu sair dali, pois era perigoso. Insisti em ficar, mesmo com perigo e tudo. E ele, gentil, quando viu que não conseguiria me demover: “A senhora quer um copo d’água?”. Na mesma hora o copo d’água veio. O segurança do Clube ofereceu: “A senhora não prefere ficar na portaria, lá dentro? “. “Ah, não, meu senhor. Lá dentro não. Prefiro a calçada”. E nela fiquei, sobre o degrau recuado, ora assistente, ora manifestante fazendo coro, cumprindo meu papel de testemunha, de participante e de Angel. Vendo nossos quixotinhos empunharem, como lanças, apenas a sua voz, contra as pás lancinantes dos moinhos do passado, que cortaram as carnes de uma geração de idealistas.
A manifestação havia sido anunciada. Porém, eu estava nela por acaso. Um feliz e divino acaso. E aonde estavam naquela hora os remanescentes daquela luta de antigamente? Aqueles que sobreviveram àquelas fotos ampliadas em PB? Em seus gabinetes? Em seus aviões? Em suas comissões e congressos e redações? Será esta a lição que nos impõe a História: delegar sempre a realização dos “sonhos impossíveis” ao destemor idealista dos mais jovens?

sábado, 31 de março de 2012

31 de Março

Acho muito bom não se comemorar o dia de hoje, 31 de março, data em que os militares deram um golpe no país, em 1964, e acabaram com todas as liberdades em pouco mais de 4 anos. Esse pesadelo durou 21 anos e reflete no nosso dia a dia até hoje, por isso, acredito que esse dia deve ser lembrado todos os anos, para que nunca mais se repita tamanha arbitrariedade.

segunda-feira, 19 de março de 2012

40 Anos Depois

Redescobertos, após 40 anos, os dois meninos (Tonho e Cacau), fotografados por Cafi, para a capa do antológico LP "Clube da Esquina" - Milton Nascimento e Lô Borges. 1972.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Horário de Verão

HOJE A MEIA NOITE,
ATRASE O SEU RELÓGIO
EM 1 (UMA) HORA.
OU ENTÃO, A 1 (UMA)
HORA DE AMANHÃ,
ATRASE O SEU RELÓGIO
EM 1 (UMA) HORA.
DEU PARA ENTENDER?

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Café

Viktor Sheleg

Piano House

O Piano House está localizado na província de Hui, na China.
O prédio é usado como centro de estudos musicais dos alunos da Universidade local, em Huainan City e foi construído pelo governo local para chamar atenção para essa região da China que tem passado por diversos desenvolvimentos.

1910

Lança perfume francesa em promoção no Diário de Pernambuco em 1910. Nessa época as pessoas brincavam no carnaval.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

1968

No dia 12 de fevereiro de 1968, na Cinelândia, no Rio, artistas e intelectuais promoveram um protesto contra a censura que proibia tudo. Uma bela comissão de frente feminina encabeçava a passeata. Da esquerda para a direita, Eva Tudor, Tonia Carreiro, Eva Wilma, Leila Diniz, Odete Lara e Norma Bengel.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

São Paulo - 458 anos

A esquina mais famosa de São Paulo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Ano Novo Chinês

Ontem, segunda-feira, centenas de milhões de chineses, coreanos, vietnamitas e malaios étnicos ao redor da Ásia comemoraram a chegada do Ano Novo Chinês, que em 2012 é o Ano do Dragão, um dos 12 signos do zodíaco chinês.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

São Sebastião

São Sebastião de Rafael Sanzio

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Para Todos Que Por Aqui Passam

Agradeço as visitas de todos durante o ano de 2011 e desejo um ano novo de muita Paz e Alegria. Estou saindo de viagem e ficarei uns 10 dias longe do Blog. Abraços e beijos, Lau