segunda-feira, 25 de maio de 2009

Grande Millôr


Isso É que É!


Guimarães Rosa


Caio Fernando Abreu

Pequenas Epifanias

Dois ou três almoços, uns
silêncios. Fragmentos disso que
chamamos de “minha vida”

Há alguns dias, Deus – ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente de Deus –, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro.
Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer – eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom. Não me entenda mal – não aconteceu qualquer intimidade dessas que você certamente imagina. Na verdade, não aconteceu quase nada. Dois ou três almoços, uns silêncios. Fragmentos disso que chamamos, com aquele mesmo descuido, de “minha vida”. De repente cruzadas ali, por puro mistério, sobre as toalhas brancas e os copos de vinho ou água, entre casquinhas de pão e cinzeiros cheios que os garçons rapidamente esvaziavam para que nos sentíssemos limpos. E nos sentimos.
Por trás do que acontecia, eu redescobria magias sem susto algum. E de repente me sentia protegido, você sabe como: a vida toda, esses pedacinhos desconexos, se armavam de outro jeito, fazendo sentido. Nada de mal me aconteceria, tinha certeza, enquanto estivesse dentro do campo magnético daquela outra pessoa. Os olhos da outra pessoa me olhavam e me reconheciam como outra pessoa, que suavemente faziam pergunta, investigavam terrenos: ah você não come açúcar, ah você não bebe uísque, ah você é do signo de libra. Traçando esboços, os dois. Tateando traços difusos, vagas promessas.
Nunca mais sair do centro daquele espaço para as duras ruas anônimas. Nunca mais sair daquele colo quente que é Ter uma face para outra pessoa que também tem uma face para você, no meio da tralha desimportante e sem rosto de cada dia atravancando o coração. Mas no quarto, quinto dia, um trecho obsessivo do conto de Clarice Lispector – Tentação – na cabeça estonteada de encanto: “Mas ambos estavam comprometidos. Ele, com sua natureza aprisionada. Ela, com sua infância impossível”. Cito de memória, não sei se correto. Fala no encontro de uma menina ruiva, sentada num degrau às três da tarde, com um cão basset também ruivo, que passa acorrentado. Ele pára. Os dois se olham. Cintilam, prometidos. A dona o puxa. Ele se vai. E nada acontece.
De mais a mais, eu não queria. Seria preciso forjar climas, insinuar convites, servir vinhos, acender velas, fazer caras. Para talvez ouvir não. Há não ser que soprassem tanto vento que velejasse por si. Não velejou. Além disso, sem perceber, eu estava dentro da aprendizagem solitária do não-pedir. Só compreendi dias depois, quando um amigo me falou – descuidado, também – em pequenas epifanias. Miudinhas, quase pífias revelações de Deus feito jóias encravadas no dia a dia.
Era isso – aquela outra vida, inesperadamente misturada à minha, olhando a minha opaca vida com os mesmos olhos atentos com que eu a olhava: uma pequena epifania. Em seguida vieram o tempo, a distância, a poeira soprando. Mas eu trouxe de lá a memória de qualquer coisa macia que tem me alimentado nestes dias seguintes de ausência e fome. Sobretudo à noite, aos domingos. Recuperei um jeito de fumar olhando para trás das janelas vendo o que ninguém mais veria.
Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou tão rápido, e com tanta delicadeza, frente aos meus olhos há tanto tempo incapazes de ver: uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecido. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania. Com corpo e face. Que recomponho devagar, traço a traço, quando estou só e tenho medo. Sorriu, então. E quase paro de sentir fome
.

Amizade


sábado, 23 de maio de 2009

UMA CASA NO CAMPO CONTINUA SENDO UMA BOA OPÇÃO

Sá, Zé Rodrix e Guarabira

Nos anos 70, quando comecei a trabalhar em jornal, era comum o Toninho Achê passar no jornal depois da faculdade e juntos irmos para a chácara da família dele que ficava na Palmeirinha, atravessando a rodovia Anhanguera atrás do Jockey Clube.
Lá, tinha uma pequena casa com uma sala, um quarto, um banheiro e uma cozinha. Na sala, tinha um quadro grande, desses que vendem pelas ruas das cidades, com uma paisagem bucólica super colorida. Neste quadro, o Toninho escreveu com uma caneta bic: Eu quero uma casa no campo onde possa compor muitos rocks rurais.
Ontem, dia 22 de maio, morreu o Zé Rodrix, autor da música Casa no Campo que fez muito sucesso nos anos 70 cantado pela Elis Regina.
Zé Rodrix também fez outros grandes sucessos como as músicas "Mestre Jonas" e "Soy Latino Americano".
O tempo passou, o mundo mudou, mas lendo a letra da música agora, da para entender o porque do sucesso, afinal, a idéia continua sendo muito boa, não é?.

Casa No Campo
Composição: Zé Rodrix e Tavito
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes
No meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Milho de PIPOCA

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também. Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
(extraído do livro "O amor que acende a lua", de Rubem Alves – Editora Papirus)

Manoel de Barros é um presente vivo!

No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a criança diz:
Eu
escuto a cor dos passarinhos.
criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função de um verbo,

ele delira.
E pois.
Em poesia que é voz de poeta, que é a voz de fazer
nascimentos -

o verbo tem que pegar delírio.

Manoel de Barros

Adélia Prado, isso que é casar.

Casamento
Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como “este foi difícil”
“prateou no ar dando rabanadas”
e faz o gesto com a mão.
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.

Sem palavras




Homenagem ao Augusto Boal

Essa frase é do Boal. Acho que este foi um dos primeiros cartões que fiz. Com certeza tem mais de 20 anos.
O diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta Augusto Boal, morreu aos 78 anos no dia 2 de maio deste ano. Boal foi um dos expoentes do Teatro de Arena de São Paulo (1956 a 1970) e fundador do Teatro do Oprimido (inspirado nas propostas do educador Paulo Freire).
No começo deste ano, Boal foi nomeado embaixador mundial do teatro pela Unesco

Cora Coralina, essa menina sabia de tudo!

Humildade

Senhor, fazei com que eu aceite
minha pobreza tal como sempre foi.

Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
e se perdeu por caminhos errados
e nunca mais voltou.

Dai, Senhor, que minha humildade
seja como a chuva desejada
caindo mansa,
longa noite escura
numa terra sedenta
e num telhado velho.

Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.
Cora Coralina - 1976

Alice Ruiz

Há muitos anos faço cartões postais. Não sei quantos tenho feitos, mas sei que são mais de 100. Gosto muito desta forma de fazer arte, porque além de reunir imagem e texto ainda anda por lugares inimagináveis.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

ANOS 70, NY, Yoko, John Lennon e Eu


Os Dervixes Mevlevi

Um giro secreto em nós faz girar o universo
A cabeça desligada dos pés, e os pés da cabeça.
Nem se importam. Só giram, e giram.
(Rumi)

O 'giro', meditação em movimento feita pelos dervixes Mevlevi, começou com Rumi.
Conta a história que ele andava pela seção dos ourives em Konya (na Turquia) quando percebeu uma linda música no som dos martelos.
Começou a girar em harmonia com o som, numa dança extática de entrega mas mantendo-se centrado. Ele chegou a um ponto em que o ego se dissolve e entra-se em ressonância com o espírito universal.
Dervixe significa 'passagem'.
Quando a comunicação flui de presença a presença, ocorre o darshan, com linguagem por dentro da visão. Quando a gravidade puxa com mais força, os dois se tornam um só giro que é molecular e galático e uma lembrança espiritual da presença no centro do universo.
Girar é uma imagem de como o dervixe se torna um lugar livre para o humano e o divino se encontrarem. Para alcançar o todo, a parte deve ficar louca.
Esse povo sagrado extático, chamados de "matzubs" na tradição sufi, redefine este tipo de loucura como a verdadeira saúde.
Quando viu os dervixes no Cairo, em 1910, Rainer Maria Rilke, o grande poeta espiritual deste século, disse que os giros eram uma forma de ajoelhar-se.
17 de dezembro é celebrado todos os anos como o dia do casamento de Rumi, a noite em que ele morreu e atingiu a união perfeita.

Uma Homenagem ao Grande Poeta Gaúcho

POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.Eu passarinho!
Mario Quintana

A família Baldassare

Vejam que foto linda!
Uma verdadeira foto do início do século XX.
Foto de estúdio onde cada detalhe era estudado.
Depois da montagem de todos os detalhes, o fotográfo, aquele novo modelo de artista, que começava a nascer, pedia para todos ficarem imóveis, pois a exposição da luz demorava, não existia ainda o instântaneo.
Nesta foto, da esquerda para a direita, você vê: (no fundo, em pé) Natal, Carmen, Emilia, Rita e Angelina (na frente), Assumpta, Maria, Adelina, Paschoal e Carolina, minha avô materna.

VALE A PENA LER ESTE TEXTO

Ensina a teu filho
FREI BETTO - Artigo - O Estado de S. Paulo
Ensina a teu filho que o Brasil tem jeito e que ele deve crescer feliz por ser brasileiro. Há neste país juízes justos, ainda que esta verdade soe como cacófato. Juízes que, como meu pai, nunca empregaram familiares, embora tivessem filhos advogados, jamais fizeram da função um meio de angariar mordomias e, isentos, deram ganho de causa também a pobres, contrariando patrões gananciosos ou empresas que se viram obrigadas a aprender que, para certos homens, a honra é inegociável.
Ensina a teu filho que neste país há políticos íntegros como Antônio Pinheiro, pai do jornalista Chico Pinheiro, que revelou na mídia seu contracheque de parlamentar e devolveu aos cofres públicos jetons de procedência duvidosa.
Saiba o teu filho que, no monolito preto do Banco Central, em Brasília, onde trabalham cerca de 3 mil pessoas, a maioria é honrada e, porque não é cega, indignada ante maracutaias de autoridades que deveriam primar pela ética no cargo que lhes foi confiado.
Ensina a teu filho que não ter talento esportivo ou rosto e corpo de modelo, e sentir-se feio diante dos padrões vigentes de beleza, não é motivo para ele perder a auto-estima. A felicidade não se compra nem é um troféu que se ganha vencendo a concorrência. Tece-se de valores e virtudes e desenha, em nossa existência, um sentido pelo qual vale a pena viver e morrer.
Ensina a teu filho que o Brasil possui dimensões continentais e as mais férteis terras do planeta. Não se justifica, pois, tanta terra sem gente e tanta gente sem terra. Assim como a libertação dos escravos tardou, mas chegou, a reforma agrária haverá de se implantar. Tomara que regada com muito pouco sangue.
Saiba o teu filho que os sem-terra que ocupam áreas ociosas e prédios públicos são, hoje, chamados de "bandidos", como outrora a pecha caiu sobre Gandhi sentado nos trilhos das ferrovias inglesas e Luther King ocupando escolas vetadas aos negros.
Ensina a teu filho que pioneiros e profetas, de Jesus a Tiradentes, de Francisco de Assis a Nelson Mandela, são invariavelmente tratados, pela elite de seu tempo, como subversivos, malfeitores, visionários.
Ensina a teu filho que o Brasil é uma nação trabalhadora e criativa. Milhões de brasileiros levantam cedo todos os dias, comem aquém de suas necessidades e consomem a maior parcela de sua vida no trabalho, em troca de um salário que não lhes assegura sequer o acesso à casa própria. No entanto, essa gente é incapaz de furtar um lápis do escritório, um tijolo da obra, uma ferramenta da fábrica. Sente-se honrada por não descer ao ralo que nivela bandidos de colarinho branco com os pés-de-chinelo. É gente feita daquela matéria-prima dos lixeiros de Vitória que entregaram à polícia sacolas recheadas de dinheiro que assaltantes de banco haviam escondido numa caçamba.
Ensina teu filho a evitar a via preferencial dessa sociedade neoliberal que nos tenta incutir que ser consumidor é mais importante que ser cidadão, incensa quem esbanja fortuna e realça mais a estética que a ética.
Saiba o teu filho que o Brasil é a terra de índios que não se curvaram ao jugo português e de Zumbi, de Angelim e frei Caneca, de madre Joana Angélica e Anita Garibaldi, dom Hélder Câmara e Chico Mendes.
Ensina a teu filho que ele não precisa concordar com a desordem estabelecida e que será feliz se unir àqueles que lutam por transformações sociais que tornem este país livre e justo. Então, ele transmitirá a teu neto o legado de tua sabedoria.
Ensina teu filho a votar com consciência e jamais ter nojo de política, pois quem age assim é governado por quem não tem e, se a maioria tiver a mesma reação, será o fim da democracia. Que o teu voto e o dele sejam em prol da justiça social e dos direitos dos brasileiros imerecidamente tão pobres e excluídos, por razões políticas, dos dons da vida.
Ensina a teu filho que a uma pessoa bastam o pão, o vinho e um grande amor. Cultiva nele os desejos do espírito. Saiba o teu filho escutar o silêncio, reverenciar as expressões de vida e deixar-se amar por Deus que o habita.

O BLOG DA TINA

A Tina, minha amiga, contadora de histórias, cantora, fazedora de delicias na cozinha e muitas outras coisinhas, resolveu partilhar com todos as suas experiências e colocou no ar o seu blog.
Dê um pulinho até lá, vale a pena.
http:coisinhasdatina.blogspot.com

quarta-feira, 20 de maio de 2009

LUÍSA

Essa é a minha querida neta, filha da Ana e do Mauro.
Luísa tem esse olhar atento que vocês podem ver na foto acima.
É inteligente, cheia de charme e fala coisas de que só as crianças são capazes.
Outro dia, sem mais nem menos, falou para a Ana:
– Você é chata!
E a Ana, pega de surpresa, perguntou:
– Por que minha filha?
E ela sem pestanejar respondeu:
– Porque você diz não.
Não é demais a minha neta?

Isso ainda é muito complicado

Vivo dizendo a todos os amigos que devem publicar seus blogs. Explico que é uma maneira simples de poderem comunicar-se com os amigos e também de conhecer mais pessoas e poder mostrar seus trabalhos.
Tudo isso é a mais pura verdade.
Mas, a partir do dia em que resolvi que ia fazer um blog, descobri que nada é tão simples assim.
Você coloca tudo certinho, mas esquece de apertar um botão e pronto, nada aparece.
Ou então, aparece tudo torto, num formato que você jamais faria.
Por tudo isso, só hoje, depois de muitos meses, é que estou postando um primeiro texto.
Espero ser um pouco insistente para aprender logo o funcionamento deste programa e poder colocar no ar tudo que encontro todos os dias.
Abraços a todos,
Lau