quinta-feira, 24 de junho de 2010

Shopping Diederichesen

Projeto do Prédio Diederichesen
Este é o primeiro Shopping do Brasil! Lógico que essa é uma afirmação leviana, afinal, eu não fiz pesquisa alguma para fazer tal afirmação.
Mas, pensem comigo. 1932, logo após o grande “crack” econômico de 1929, quando o mundo todo sofreu muito. O Brasil, em especial, sofreu porque naquela época dependíamos quase que exclusivamente do café. Foi nesse momento, que o imigrante alemão, Antônio Diederichesen, construtor e comerciante, desacreditado pelos amigos, investiu seu dinheiro na construção do primeiro edifício da cidade de Ribeirão Preto – o Prédio Diederichesen – com imponentes cinco andares destinados a escritórios, consultórios, residências, lojas, bares, café, cinema e hotel. Essa corajosa investida reanimou a combalida economia de Ribeirão, atraindo para o seu mercado profissionais e investidores, mudando assim a história da cidade.
Prédio Diederichesen, logo após a sua inauguração.

São João, São João

João ficou conhecido como o apóstolo do amor. As suas cartas são muito bem escritas e transbordam de simplicidade, generosidade, coragem e soluções amorosas. Sua mãe, Isabel, era irmã de Maria, mãe de Jesus, o que o faz, primo em primeiro grau de Jesus. A Igreja Católica, divulgou, ao longo da história, a imagem do São João menino que é utilizada, até hoje, nas Festas Juninas. Hoje, dia 24 de junho, é comemorado o Dia de São João. Então, vamos levantar o Mastro de São João, acender a fogueira e comemorar com este Santo Festeiro!

Só Pela Beleza

Essas fotos que correm na net, cada vez em maior quantidade, são um exemplo de como a beleza não precisa de palavras. Ela fala.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Cartomante - Ivan Lins / Victor Martins


Cai o Rei de Espadas
Cai o Rei de Ouros
Cai o Rei de Paus
Cai, e não fica nada...

Ilustração é do chileno Gonzalo Ordóñez Arias

Mario Quintana

"A eternidade é um 
relógio sem ponteiros."

Mulla Nasrudin

A mulher do mulla estava zangada com ele. Por isso lhe trouxe a sopa fervendo, e não o avisou de que ele poderia queimar-se ao tomá-la.
Mas ela também estava com fome e, assim que a sopa foi servida, sorveu um gole. Lágrimas de dor assomaram-lhe aos olhos. Mas ela ainda esperava que o mulla se queimasse.
— Minha querida, que aconteceu? — perguntou Nasrudin.
— Eu só estava pensando na minha pobre e velha mãe. Quando viva, ela gostava muito desta sopa.
Nasrudin tomou um gole escaldante da própria tigela.
Lágrimas lhe escorreram pelo rosto.
— Está chorando, Nasrudin?
— Estou. Estou chorando ao pensar que sua velha mãe está morta, pobrezinha; e que deixou alguém como você na terra dos vivos.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Nadya Ribeiro Pinto

Em tempo
murmuro
murmúrios
às ondas do mar
deixo pegadas
na areia da tarde
que apagam
outras pegadas
de passos
passados...
Nadya Ribeiro Pinto é uma artista. Faz pinturas, colagens, fotos e poesia. Ela mora em Curitiba e, em breve, colocarei mais trabalhos dela por aqui.

A Noite dos Refugiados

Campo de refugiados no Libano, foto premiada em 2009, como uma das melhores fotos do jornalismo mundial.

Mafalda Novamente

A felicidade pode entrar sempre?

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tass e a Feira do Livro

Ontem, dia 20 de Junho de 2010, às 18 horas, encerrou-se a 10ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. Este ano, assim como nos anos anteriores, a Feira se superou, tanto em qualidade como em quantidade.
Acordei hoje, pensando em escrever sobre a Feira, contando detalhes de debates e apresentações. Mas, ao abrir o e-mail, encontrei um link para o Blog do Marcelo Tass, o lider do CQC, cujo título era: Obrigado, Ribeirão Preto! Marcelo esteve sexta-feira na Feira do Livro, e no seu texto, de maneira espontânea e bonita, ele traduz o espírito que a Feira gera em toda a cidade. Então, resolvi copiar e colar aqui.
Difícil, impossível... contar aqui o significado completo do encontro que tive na última sexta-feira em Ribeirão Preto.
Era convidado da Feira do Livro e tinha na agenda um encontro com leitores programado para o lindo teatro Pedro II. Frequento a praça XV, onde está localizado o teatro centenário desde quando ainda não sabia andar. Aliás, a viagem a Ribeirão foi, pelo menos durante minha primeira década de vida, justamente o presente oferecido por meus pais aos aniversariantes da família: primeiro uma ida ao Zoológico na Cava do Bosque, depois almoço na Churrascaria Gaúcha, culminando com passeio na praça, com direito a comprar presente e comer um cachorro quente nas lojas Americanas, modernérrimas para a época, tinha até escada-rolante. A praça XV continuou fazendo parte da minha juventude depois, especialmente por conta do antológico chopp do Pinguim, vizinho de parede do teatro... Enfim, Ribeirão e especialmente a praça XV tem muitos significados pessoais e afetivos para mim.
Por isso, tenho que registrar aqui: nunca sonhei com a manhã da última sexta. Vivia uma grande expectativa pelo encontro marcado com os leitores que frequentam a já tradicional Feira do Livro, já em sua décima edição. Deveria ser dentro do Teatro Pedro II, de 1,2 mil lugares. Qual não foi a surpresa dos organizadores com as cerca de 5 mil pessoas que apareceram. É uma imagem que nunca vou esquecer. Cheguei na praça e vi uma multidão que parecia tentar mas não conseguir ser contida pelo espaço do teatro! 
Depois de alguma confabulação com a Polícia Militar e a organização do evento, pedimos o palco dos shows de rock que acontecem ali em frente e fizemos, com a preciosa condução de Chico Ferreira, o âncora local do jornalismo da EPTV- alifiada da Rede Globo, mais de uma hora de perguntas e respostas com aquela platéia inesperada.
Depois, se seguiu o lançamento do meu livro "Nunca Antes na História Desse Pais" com uma sessão de autógrafos que teve mais de três horas de duração. Pude falar com cada um que teve paciência de aguardar na fila. Conheci figuras do nosso mundo virtual como a lindinha da Fran Martoneto que me trouxe de presente o original de um desenho já publicado aqui no blog :).
Agradeço imensamente a organização da Feira do Livro, ao meu anfitrião pessoal Marco Portella e especialmente a cada um de vocês que estiveram presentes naquela manhã de sexta feira, dia 18 de Junho de 2010, que ficará para sempre na minha alma. 
Obrigado.
Marcelo Tass

domingo, 20 de junho de 2010

Tiger Woods

Mais uma foto premiada, como uma das melhores fotos do jornalismo mundial.

Gooooool!

Essa foto foi premiada em 2009, como uma das melhores fotos do jornalismo mundial
Eu entendo muito pouco de futebol. Mas, como a grande maioria dos brasileiros, cresci jogando bola nas ruas e nos campinhos que existiam por todos os lados. Fui torcedor do Botafogo de Ribeirão na infância e adolescência,  acompanhei o Campeonato Paulista e sempre gostei de ver jogos bonitos, jogadas bem trabalhadas, toques geniais, coisas que eram normais nos anos 1960 e 1970.
Depois disso, principalmente depois que perdemos a Copa da Espanha em 1982, o futebol deixou de ser algo que me interessa. Vejo jogos de final de campeonato, alguns jogos da Copa do Mundo, enfim, não sou um torcedor fanático, mas também não sou alguém que detesta futebol. 
Bem, toda essa introdução é para falar sobre o jogo, de hoje, da nossa Seleção Brasileira. Foi um jogo com cara e sabor de Brasil - 1058, 1962, 1970, (1982), 1994, 2002 - com futebol uniforme, consciente, tático e com arte.
E, querendo ou não, teremos que aceitar que a filosofia do Dunga, sobre a esquipe nacional, está certíssima. O espírito de grupo e a confiança no treinador, são mais importantes que qualquer outra coisa. Afinal,  jogadores nós sempre tivemos de sobra, podemos montar 10 equipes de ponta, sem qualquer exagero.
Por fim, espero que nos próximos jogos, a esquadra Verde, Amarela e Azul anil, jogue o futebol que mostrou hoje, sem se preocupar em ser a campeã.

Carros

Apesar de todo o conhecimento, adquirido nos últimos tempos, sobre os males que os automóveis fazem para o planeta terra, nos últimos 2 anos, a produção de carros, bateu, mensalmente, todos os recordes anteriores de produção da indústria automobilística. E o pior, é que não existe nem planos para que a produção diminua num tempo próximo.

sábado, 19 de junho de 2010

Mais Atual Impossível

Hoje, 19 de Junho, a cidade de Santa Bárbara d´Oeste, interior de São Paulo, é palco do Encontro Nacional de Romi-Isettas que reúne cerca de 30 colecionadores de todo o país e 700 visitantes em comemoração aos 80 anos das Indústrias Romi.
O Romi-Isetta foi fabricado em série no Brasil, entre 1956 a 1961, pelas Indústrias Romi SA. Fundada em 1930 pelo descendente de imigrantes italianos Américo Emílio Romi e por seu enteado Carlos Chiti, a Romi buscou na Itália o projeto do Iso Isetta. Em 5 de setembro de 1956, o modelo foi lançado oficialmente no país, com um desfile com os primeiros 30 carros pelas principais ruas de São Paulo. Foram produzidos cerca de três mil carros no Brasil.

Maria Sanz Martins

Mais uma vez a escritora, Maria Sanz Martins, fala sobre um assunto de forma definitiva. É impressionante a capacidade que essa moça, com menos de 30 anos, que é nascida em Vitória - ES e que hoje mora na Austrália, têm de juntar as palavras exatas para definir um assunto.
Venenosos
O invejoso não é um sujeito que deseja o que o outro tem. Ele é aquele que o julga indigno de tê-lo.
O invejoso não suporta que o outro possa ser aquilo que ele não é, ou ter aquilo que ele não tem. E nem importa como o ‘outro’ tenha conquistado a glória, se com sorte e facilidade ou suor e sacrifício, o fato é que o invejoso secretamente o rivaliza.
Diferente da cobiça, que se sustenta sobre o desejo (do que é de posse de terceiros); a inveja é um despeito pelo sucesso alheio, que não raro se converte na tentativa (maldosa) de retira-lhe a dignidade. - E é espremendo mentalmente a justificativa deste ‘não merecimento’ que nasce o veneno.
Assim, a maldade facilmente se disfarça entre a casualidade das palavras.
Ora, está na raiz da inveja o sentimento de delação - “Se eu não posso, ele não pode”. Ou, em português claro, a inveja é o útero de toda fofoca.
Daí o trunfo do disfarce: fofoca é palavra venenosa, fato aleijado ou mentira órfã, semeada ao sabor do vento. E você sabe: não há como recolher as plumas negras espalhadas por um vendaval.
Mesmo porque, depois de misturadas à poeira, elas tomam acento sobre os telhados das casas, entram janela abaixo, caem sobre os jarros, se mesclam nas compotas, e colam nas paredes da garganta de uma gente de cera, que faz questão de passá-las adiante como sendo verdadeiras.
- Coisa feia!
A maldade bem disfarçada não se esconde, desfila e sapateia.
- Tsc, fazer o quê sobre isso? Se a fofoca é a recreação dos não-criativos!
*Remédio único está na imortalizada canção de Cazuza que, em verso, implora “vamos pedir piedade, Senhor piedade, pra essa gente careta e covarde”.
Ah, quanta gente pequena não escolhe ou inventa rivais que lhes ignoram a existência? E quantas pessoas ricas de espírito não são martirizadas por palavras atiradas às escondidas. Sim, porque aos olhos invejosos, pessoas de bem com a vida, sortudas ou simplesmente sadias parecem caminhar pela rua num tanque de guerra (branco) intimando-os para um confronto.
- Mas, como se sabe, a guerra está na cabeça de quem enxerga a felicidade alheia como um insulto à própria miséria.
Por que no lugar de construir um tanque forte para si, eles continuam alí, de trás da moita, atirando veneno e palavras negras ao vento, na tentativa de sujar a brancura de qualquer um que atravesse de cabeça erguida a rua?
(Não é a toa que muita mãe ensina a velha lição: “seja educado, mastigue de boca fechada, não grite, nem fale palavrão. E se, por acaso, você conhecer a felicidade meu filho, não espalhe. Muita gente também se sente agredida com isso).
Engraçado, parece que hoje a fofoca não só é um tipo aceito de maldade, como é também uma prática desejável. Ora, quem nunca sabe da ‘última’ ou não tem na ponta da língua uma historinha (suja) é normalmente ‘a chata’ da turma. É que mais do que nunca, na nossa cultura o cinismo é o rei do circo.
Honestamente, acho triste assistir ao venenoso produto da inveja sendo difundido e festejado pelos cafés, festas, academias, salas e salões da cidade. (Sem falar da mídia especializada, que é um caso a parte). Convenhamos, repassar a maldade pelo simples prazer de ver o outro arregalar a cara é, dos truques, o mais barato.
Infelizmente, fofoca só não é um passa-tempo (e sim uma grande maldade) para quem já esteve do outro lado.
Em todo caso, pra os caretas e covardes, Senhor, piedade.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Felipe Galindo

Obra do mexicano Felipe Galindo, um dos trabalhos da mostra "Arizona, Artists Respond to the Immigration Issue" na galeria Grady Alexis, no El Taller Latino Americano em Nova York. Na mostra, 26 artistas expressam suas opiniões sobre a nova lei de imigração sancionada no Estado norte-americano do Arizona. Kathy Willens / AP

A Morte e a Mercedes

Até a morte pode ter problemas com a Mercedes.

José Saramago

O escritor português, José Saramago, 87 anos, ganhador do prêmio Nobel de Literatura em 1998 e autor do livro "Ensaio sobre a cegueira" que tornou-se filme pelas mãos do cineasta brasileiro Fernando Meirelles, faleceu hoje, nas ilhas Canárias, na Espanha, onde resídia desde 1993.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Tempo, Tempo, Tempo

Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas ...
Que já têm a forma do nosso corpo ...
E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos
mesmos lugares ...

É o tempo da travessia ...

E se não ousarmos fazê-la ...
Teremos ficado ... para sempre ...
À margem de nós mesmos...
(Fernando Pessoa)

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Walt Whitman


"Marchando, sereno, segui pela 
estrada ampla, livre e cheio de 
vida - o mundo diante de mim."

1928

Antigo Banco Constructor, primeira agência Chevrolet de Ribeirão Preto - 1928.

Aldous Huxley


"Conhecimento não é aquilo
que você sabe, mas o que você faz
com aquilo que você sabe."

terça-feira, 15 de junho de 2010

Cala Boca Galvão!

Nos primeiros 5 minutos do jogo entre Brasil e Coréia do Norte era possível ver na arquibancada uma enorme faixa com os dizeres: CALA BOCA GALVÃO. Só a faixa na arquibancada já é uma brincadeira muito divertida, afinal, ao longo dos anos, o Galvão tornou-se quase uma unanimidade nacional, todos os brasileiros torcem para ele calar a boca. 
Agora, a novidade, o que eu não sabia, é que na abertura da Copa do Mundo na África, os "twitteiros", começaram a disparar essa frase "CALA BOCA GALVÃO" e, quando as pessoas de outros paises pergutavam o que significava a frase, a criatividade brasileira veio a tona e começaram a inventar varias respostas criativas. A brincadeira foi tão longe, que surgiu um vídeo no YouTube explicando o verdadeiro e real motivo. Vejam, que vale a pena!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Machado de Assis

"Os anos nada valem por si mesmos. A questão é saber aguentá-los, escová-los bem, todos os dias, para tirar a poeira da estrada, trazê-los lavados com água de higiene e sabão de filosofia."

O Litro de Leite

Quem têm mais de 40 anos, com certeza, vai lembrar desse litro de leite.  Aqui em Ribeirão Preto e na maioria das cidades brasileiras, todas as manhãs, o leiteiro passava com a sua carroça, onde tinha uma geladeira que era mantida com gelos em barras, e colocava os litros de leite na porta das casas. Sim, era na porta mesmo, nos degraus da escada, na soleira, porque não existiam ladrões naquela época. E, hoje em dia, dizem que o mundo é moderno. Vocês acreditam?

domingo, 13 de junho de 2010

O Gato Vaidoso

Moravam na mesma casa dois gatos iguaizinhos no pêlo mas desiguais na sorte. Um, amimado pela dona, dormia em almofadões. Outro, no borralho. Um passava a leite e comia em colo. O outro, por feliz, se dava com as espinhas de peixe do lixo.
Certa vez, cruzaram-se no telhado e o bichano de luxo arrepiou-se todo, dizendo:
- Passa ao largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu sou rico? Que és gato de cozinha e eu sou gato de salão? Respeita-me, pois, e passa ao largo…
- Alto lá, senhor orgulhoso! Lembra-te de que somos irmãos, criados no mesmo ninho.
- Sou nobre. Sou mais que tu!
- Em quê? Não mias como eu?
- Mio.
- Não tens rabo como eu?
- Tenho.
- Não caças ratos como eu?
- Caço.
- Não comes rato como eu?
- Como.
- Logo, não passas dum simples gato igual a mim. Abaixa, pois a crista desse orgulho e lembra-te que mais nobreza do que eu não tens – o que tens é apenas um bocado mais de sorte…

Cia. Mogiana

Esse era o pátio de trens da Cia. Mogiana, em Ribeirão Preto, no início do século passado.

sábado, 12 de junho de 2010

Quatro Quadras de FP

Rosmaninho que me deram,
Rosmaninho que darei,
Todo o mal que me fizeram
Será o bem que eu farei.

Teus olhos tristes, parados,
Coisa nenhuma a fitar...
Ah meu amor, meu amor,
Se eu fora nenhum lugar!

Tens uma rosa na mão.
Não sei se é para me dar.
As rosas que tens na cara,
Essas sabes tu guardar.

Nunca dizes se gostaste
Daquilo que te calei.
Sei bem que o adivinhaste.
O que pensaste não sei.

Dia dos Namorados

Esse beijo é conhecido como o mais famoso do mundo, aconteceu, em Nova York, na comemoração do final da segunda guerra mundial. Escolhi ele para homenagear o dia de hoje, porque namorar é muito bom e beijar é o melhor do namoro. Parabéns aos que namoram, que já namoraram e que vão namorar. 

2 Quadras de Fernando

Tens uns brincos sem valia
E um lenço que não é nada,
Mas quem dera ter o dia
De quem és a madrugada

O moinho que mói trigo
Mexe-o o vento ou a água,
Mas o que tenho comigo
Mexe-o apenas a mágoa