Há muitos anos eu faço, todo final de ano, um cartão para comemorar o início do novo ano. Procuro sempre uma mensagem que, de alguma forma, fale sobre o que marcou aquele ano e, envio para os parentes, amigos e para as pessoas com quem partilhei o ano. Hoje, começo a publicá-los aqui no blog. Este cartão foi feito para comemorar a entrada em 1985. O texto que acompanhava o desenho vem abaixo e é da escritora portuguesa Maria de Quintaes.
"E houve um tempo, em que os homens todos buscavam o amor. E era esta a sua mais vital batalha; muitos sucumbiram, ao desistir. Mas, a todos aqueles que perseveraram foram vitoriosos: O AMOR TORNOU-OS ETERNOS."
Essa história aconteceu lá por 1967, 1968. Eu tinha 12, 13 anos no máximo. Um sábado, depois de muito brigar com ele por causa do horário em que deveria voltar da brincadeira (quem é daquela época sabe que “brincadeira” ou “brinca” era como se chamava a festinha dos pré-adolescentes no início dos anos 60), ele pegou a chave de casa, me deu e disse: – Pronto, tome a chave, volte na hora que quiser. Eu senti-me um homem. Achei demais! Exibi aquela chave a noite toda na brincadeira e acabei voltando pra casa bem mais tarde do que sempre voltava. No dia seguinte, na hora do almoço, meu pai me pediu a chave. Eu imediatamente protestei, argumentei com muita garra que ele não podia voltar atrás, que isso não era certo. Aí, ele surpreendeu-me com a seguinte frase: – Meu filho, quem tem uma palavra só é rei. Eu sou pai, um ser humano normal, e assim, posso afirmar que errei em te dar a chave porque você não está pronto ainda para ter esse direito, mas não fique bravo, você vai chegar lá. u abaixei a cabeça e saí resmungando, certo de que ele tinha razão.
Propaganda publicada nos anos 50 do séculoXX na revista O Cruzeiro. Na década de 50 do século passado, quando eu nasci, a Coca-Cola já fazia propaganda nas revistas brasileiras e, como podemos ver, já mentia.
A girafa ‘Bea' e a avestruz ‘Wilma’ chamam atenção no zoológico Busch Gardens, em Tampa Bay, no estado da Flórida (EUA), pela amizade que mantêm. (Foto: Matt Marriott/AP)
Essa semana, no dia 21, sexta-feira, faz 20 anos que Raul Seixas morreu. E acabei de dar uma volta pelos jornais e descobri que vão acontecer homenagens de todos os tipos em todos os cantos do Brasil. Assisti, no ano de 1973, quando a música Ouro de Tolo estourou nas rádios, a um show histórico desse baiano que falava a língua do universo. Raul entrava no palco com seu violão e sentava num vaso sanitário que era, se não me engano, a única peça no palco. E assim, de forma bem irreverente, ele levava a platéia de jovens ao delírio. Raul, nessa época, era um verdadeiro maluco beleza, acreditava nas suas loucuras e fazia música e letras que mexiam com as pessoas. Abaixo reproduzo a notícia do site Clic RBS da rede de comunicação gaúcha RBS a respeito do lançamento do livro sobre a vida do Raul.
O livro Raul Seixas - Metamofose Ambulante, foi escrito por Mário Lucena, Laura Kohan e Igor Zinza, com coordenação de Sylvio Passos, presidente do fã-clube que conviveu nove anos com o músico. A publicação é uma das homenagens aos 20 anos da morte do cantor e compositor e será lançada até o final do mês. Conforme o material de divulgação (ainda não li o livro), Raul Seixas - Metamorfose Ambulante aborda o fascínio do baiano por filosofia e comenta as várias inspirações para suas músicas. De acordo com Passos, Raul conseguiu “passar’ conceitos de filósofos como Platão e Sartre e tinha obsessão por Schopenhauer e Crowley. Além disso, o livro enfoca a relação de Raul com seus parceiros musicais (como Paulo Coelho e Marcelo Motta), os assuntos polêmicos que moveram a imprensa (discos voadores, drogas, Jerry Lee, John Lennon, etc), a ligação com a família e até com o Capeta... O livro terá como brinde o CD Alquimia, com 14 músicas da cantora portuguesa Carina Freitas, uma psiquiatra de adolescentes que se apaixonou pelas letras e pelo som de Raul. Ela gravou Canção para minha morte e escreveu Alquimia, segredo guardado em homenagem a Raulzito. O livro sairá pela editora B&A, terá 260 páginas e também será vendido em bancas de jornal por RS 29,90.
John Lennon (na primeira fileira do alto, ao centro, com topete, entre o garoto loiro e outro de cabeça abaixada) na Quarry Bank High School, em 1957. Há 30 anos, fiz um livro sobre a Memória Fotográfica de Ribeirão Preto. Na época, a Carmen Cagno, que fez a edição do livro, escreveu no texto de abertura que as imagens, as fotos, os documentos, estavam esquecidos na lembrança de poucos pioneiros, amarelada em porta-retratos, embolorada em porões de museus. Hoje, graças à internet e ao mundo digital, todos os dias encontramos fotos, filmes e documentos, assim como essa foto do John Lennon, que estão saindo dos baús e caindo no mundo virtual, o que significa acesso á informação para todos. Nada mais democrático.
“Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém, que o que mais queremos é tirar essa pessoa de nossos sonhos e abraçá-la. Sonhe com aquilo que você quiser. Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas. O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade. A vida não é de se brincar porque um belo dia se morre.”
No dia 12, quando falei sobre o Festival de Woodstock, escolhi essa foto, que foi utilizada na capa do disco de Woodstock e tornou-se um símbolo do evento. Fiquei pensando onde andaria esse casal. Ontem, lendo o G1, encontrei a resposta. Nick e Bobbi Ercoline, esses são os nomes dos dois personagens que estão juntos até hoje, e moram perto de Bethel onde aconteceu o festival. “Acho que a nossa foto resume bem a ocasião. Ela simboliza todo o evento por traduzir a paz que reinava por lá. É uma foto de um casal de jovens, que estavam cansados e molhados, mas também calmos, em paz e profundamente apaixonados", lembra Nick, em entrevista ao G1 por telefone. "E estamos juntos até hoje. Você pode nos ver na rua andando de mãos dadas e nos beijando. Não mudou nada, ainda somos daquele jeito.” Bom gente, prometo que não falarei mais de Woodstock. Vejam abaixo o casal 40 anos depois, ainda abraçados.
Este cartão postal tem aproximadamente 15 anos. Foi feito para o meu filho Mateus no auge da sua adolescência. Lembro que achei essa frase numa revista que estava lendo no barbeiro, provavelmente uma Caras da vida. Imediatamente eu me lembrei do meu filho adolescente e dessa imagem de palhaço que tinha em meus arquivos. Ele já foi impresso no final do século passado e sempre fez sucesso.
40 anos depois o cartaz de Woodstock é mais atual do que nunca. Simples, objetivo e com um charme indiscutível. Dizem que a primeira versão era a de um pássaro pousado em uma flauta. Só depois de muita conversa é que resolveram usar uma pomba no braço de um violão, por causa da guerra do Vietnã. Ta aí, mais uma peça publicitária que gostaria de ter feito.
O ano de 1969, em agosto, nos dias 15,16 e 17, há 40 anos, em Bethel no estado de NY, nos E.U.A., aconteceu o Festival de Woodstock. O nome oficial foi Woodstock Music & Art Fair, com subtítulo de "Primeira Exposição Aquariana". Seu slogan "três dias de paz e música" logo foi modificado para "três dias de paz e amor". O ano de 1968 tinha sido intenso, marcado por movimentos jovens em todo o mundo. Na França, o maio de 68 ficou marcado para a história. Por tudo isso, acredito que o Festival de Woodstock foi um marco oficializando que o mundo não seria mais o mesmo depois daqueles dias, fato que acabou se concretizando. Woodstock custou basicamente de 2 a 3 milhões de dólares e foi patrocinado por quatro jovens homens: John Roberts, Joel Rosenman, Artie Kornfeld e Michael Lang. Até hoje, os 4 fundadores discordam quanto a quem propôs a idéia original do festival. Foram mais de 450 mil pessoas, durante quase 4 dias, no meio de uma fazenda com muita lama e pouca infra-estrutura que se tornou uma mini-nação da contra-cultura. Terminou na segunda-feira dia 18 de agosto com um dos maiores engarrafamentos da história do Estado de Nova Iorque. Assisti ao filme "Woodstock" de Michael Wadleigh nos anos 70 no cine Plaza em Ribeirão Preto. E, nós, os jovens da época aqui no Brasil, íamos ao cinema como se estivéssemos indo ao Festival. As imagens de Jimi Hendrix fechando o festival na manhã de segunda-feira com a sua guitarra fazendo sons de bombas, aviões, explosões, rajadas de metralhadoras e tocando o hino nacional americano é das coisas mais emocionantes a que assisti. Ele conta com música e sons a história de um americano que é convocado a lutar pela pátria, morre na guerra do Vietnan e volta a seu país num caixão. Andei por muito tempo com uma fita cassete que tinha essa gravação e adorava colocar para que as pessoas pudessem ouvir aquela história sem texto.
Este ano, quando o festival completa 40 anos, foi inaugurado na mesma fazenda no condado de Sullivan, norte de NY, em Bethel, o museu Woodstock, onde você pode assistir às imagens dos shows em grandes telões e ver os carros psicodelicos e relembrar as loucuras da época. Vejam as bandas e artistas que estiveram se apresentando no festival: Joan Baez, Arlo Guthrie, Tim Hardin, Incredible String Band, Ravi Shankar, Richie Havens, Sly & the Family Stone, Bert Sommer, Sweetwater, Quill , The Who, Canned Heat, Creedence Clearwater Revival, Jefferson Airplane, The Grateful Dead , The Keef Hartley Band, Blood, Sweat and Tears, Crosby, Stills & Nash (& Young) , Santana, The Band, Ten Years After, Johnny Winter, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Joe Cocker, Mountain, Melaine, Sha-Na-Na, John Sebastian, Country Joe and The Fish, The Paul Butterfield Blues Band.
O escritor, desenhista, quadrinista, diretor de cinema, roteirista, ator e paulistano Lourenço Mutarelli é um artista completo, com uma criatividade pulsante que faz dele uma figura rara neste mundo das artes. Há poucos anos, seu trabalho ficou famoso com a realização do filme "O Cheiro do Ralo" que ganhou vários prêmios e bateu recordes de bilheteria. Acima, você vê um desenho realizado em nanquim, da série que ele fez em forma de diário para a revista Piauí, onde retratou um mês de sua vida. O trabalho ficou belíssimo e, escolhi este desenho porque foi feito aqui em Ribeirão com essas grandes figuras; Fernando Kaxaça e Ademar Cachorro Louco Cardoso da Silva.
O objetivo foi claro, criar imagens fundindo animais e frutas. O site recebeu dezenas de inscrições e teve trabalho para escolher as melhores imagens. Veja que belos resultados. http://www.worth1000.com/
Gente, este é um Blog especial. Descobri hoje e já passei horas lendo sobre os grandes jornalistas do país. Tem perfil com entrevista de José Hamilton Ribeiro, Ricardo Kotscho, Mino Carta, Zuenir Ventura e, muitos outros, além de matérias especiais, comentários e notícias. É mais um Blog que merece estar no seu Favoritos.
Não existe como contar a história do cinema sem abrir um capítulo especial para Charlie Chaplin. Neste pequeno esquete, onde ele fica preso dentro de uma jaula de circo com o leão, podemos ver a sua capacidade de comunicar-se com o público, por intermédio da câmera de cinema, como poucos artistas.
Sou um admirador da beleza. E, na publicidade, mais ainda. Acho que todo mundo que já pensou um pouco sobre a publicidade e propaganda ficou em dúvida sobre os benefícios e malefícios dessa arte que se desenvolveu no século passado. Por este motivo, acho as peças mais belas aquelas que, em primeiro lugar, são universais, por isso, não precisam de textos, falas. Segundo, elas podem servir a uma gama grande de clientes. Esta peça é exatamente isso, sem tirar nem por. Quem assina é um determinado chocolate, mas poderia ser uma grande infinidade de marcas. Assistam e me digam se não tenho razão.
Minhas lembranças de infância, adolescência e vida adulta, fatalmente passam pelas Americanas. Eu me lembro de ter vindo passear em Ribeirão, com oito anos de idade, ainda morava em Tambaú, ter visto uma bola na loja, ter ficado bravo com meu pai porque ele não adivinhou que eu queria a bola e ter fugido da família e me perdido na imensa metrópolis que visitava. Deu polícia e tudo, mas acabei me achando e voltando para a pensão em que meus pais estavam. Depois, já morando aqui, um dos meus melhores aniversários foi um em que a Vera, amiga da família, me levou até as lojas e disse que eu poderia escolher o que quisesse para comer. Escolhi um cheese burger, uma banana split e uma coca-cola. Impossível esquecer os papeizinhos enrolados e espetados no abacaxi de isopor e guache que davam descontos de até 100% no hula-hula. Impossível esquecer o frio do sorvete morango-chocolate-creme-flocos-coco misturado ao não-tão frio chantilly e à surpresa de textura e temperatura do cubinho de gelatina vermelha que adornava a taça escolhida. Só lá, naquela época, tinha essas delícias geladas. Só lá tinha o L.A.S.A., sanduíche feito no pão de forma, cortado em quatro triângulos eqüiláteros e montados em pé, como uma pirâmide asteca rodeada por batatas chips. Lembro de, na adolescência, tentar furtar alguma coisa, uma bala, para ver se escapava vivo dessa grande aventura das histórias propagadas aos quatro cantos de um banheiro (ou salinha) escuro onde adôlas abusados podiam ser torturados por seguranças implacáveis que tinham em si refletido o regime totalitário que rolava nas ruas da época. Em 1989, também me lembro muito bem, comecei a alimentar minha vasta coleção de cds, com as ofertas das Americanas. Naqueles tempos, o mercado não estava tão pasteurizado e você podia encontrar pequenos tesouros musicais por lá. Um duplo do Fred Astaire, acompanhado de um trio clássico piano-baixo-bateria de jazz. O Sandinista do The Clash, a trilha do Manhattan do Woody Allen, que eu vi, mas perdi. Posso dizer que, pelo menos uns sessenta por cento dos meus pra lá de mil cds, vieram de lá. Eu freqüentava tanto as lojas, nesse período, que era amigo dos vendedores e vendedoras da seção de cds. Acompanho até hoje a trajetória de alguns por outras lojas. Tinha a Creusa, gerente da seção que me avisava quando ia ter promoção. O Eduardo, que foi parar na C&C. Uma vez me chamaram para conversar para que eu fosse o “cliente X”, fiquei orgulhoso do convite. Minha missão era comprar na loja e avaliar, secretamente, o atendimento. Até tentei, mas desisti, e entreguei o cargo, já que me sentia traindo os amiguinhos vendedores. Foi lá que eu andei de escada rolante pela primeira vez. Era lá que tinha o hot-dog com o melhor molho de cebola, tomate e pimentão de Ribeirão. Foi de lá, também, que veio grande parte dos bonequinhos de filmes e desenhos animados de minha outra coleção. E é lá que, sempre que vou ao centro, dou uma passadinha. Nem se for só para lembrar de tudo que me fez feliz, lá. Texto de Cleido Vasconcelospublicado no Guia Centro de Ribeirão - Edição Março 07
Na terça-feira, dia 4, na Folha de São Paulo, na capa da Ilustrada, encontrei uma bela peça publicitária, daquelas que a gente fica com raiva de não ser o autor. Separei o caderno dos outros, olhei com mais calma, aproximei-a dos olhos, distancieio jornal e deliciei-me. Meia página com uma bela margem, sem título, sem texto, só vários lápis alinhados. Os lápis todos iguais, do mesmo tamanho e com grafite preto. Todos pretos, um único é vermelho. Ao aproximar os olhos, você repara que no lápis vermelho está escrito Colégio Bandeirantes. Hoje, quarta-feira, dia 5, na mesma Folha, na mesma capa da Ilustrada, a segunda peça. Desta vez, só dois lápis vermelhos. O da direita, o mesmo do anúncio anterior, com o nome Colégio Bandeirantes. O da esquerda, não tem nada escrito. Embaixo, em caracteres pequenos, a seguinte frase: O aluno aprende a ver os dois lados. Não resisti. Fui ao Google e localizei a Pátria Publicidade, a agência responsável por essa bela campanha, composta por 7 peças. Eles são de São Paulo, do bairro de Pinheiros, da rua Diogo Moreira, 132, 5º andar - Tel: (11) 3032 9003. http://www.patria.ppg.br/
No mês de julho a Globo e a O2 Filmes de Fernando Meirelles nos presentearam com a minissérie Som & Fúria. É uma adaptação da série canadense Slings and Arrows, que mostra os desafios de um grupo de teatro shakesperiano para manter a qualidade artística de seu trabalho em contraste com as exigências comerciais e de público.
Com ironia e bom humor, questões pessoais e profissionais entram em conflito, criando tramas e dramas entre atores, diretores e patrocinadores.
A montagem de Fernando Meirelles ficou acima do esperado. Fotografia, textos, atores, direção, tudo muito bem cuidado, tendo o Teatro Municipal de São Paulo como a grande locação.
Fernando Meirelles conheceu Slings and Arrows quando rodava Ensaio Sobre a Cegueira. O filme conta com a atriz Martha Burns e produção de Niv Fichman, Sari Friedland e Aeschylus Poulos – que também participaram da série canadense. Eles comentaram sobre a atração e deram ao diretor os DVDs para assistir.
Segundo Meirelles, ele se apaixonou pela produção logo nos primeiros minutos de história. Entusiasmado, comprou os direitos para uma adaptação.
Dan Stulbach, Gero Camilo, Daniel de Oliveira, Rodrigo Santoro, Regina Casé, Andréa Beltrão, Pedro Paulo Rangel, Maria Flor, Chris Couto, Débora Falabella, Felipe Camargo, Lígia Cortez, Paulo Betti, Cecilia Homem de Melo, Antônio Fragoso, Ique Gomez, Nico Nicolaiewsky (da banda Tangos e Tragédias), Maria Helena Chiara, Liana Naomi e Juliano Cazarré estão no elenco de Som & Fúria.
Agora, vamos torcer para que logo saia em DVD para que possamos rever essa obra de arte.
Estou inaugurando a Minha Galeria. Nela, vou colocar fotos de familiares, amigos, companheiros, escritores, poetas, pintores, enfim, pessoas que, por algum motivo, foram importante ao longo da minha caminhada.
Gilberto Alves Baptista - GIBA 23/12/1923 - 20/07/2009
Meu pai, meu amigo, meu herói. Seu Gilberto me ensinou a amar a vida e respeitar a todos indistintamente.
Francisca Maria Aparecida Mauro Baptista - Mariinha 08/10/1922 - 04/08/2006
Minha mãe, uma católica praticante. Foi quem me ensinou a levantar, todos os dias, e agradecer a Deus.
Rosa Alves Baptista - Dona Rosinha 27/05/1891 - 06/05/1985
Minha avó paterna, a melhor contadora de estórias do mundo. E fazia um café com leite delicioso.
José Bento Renato Monteiro Lobato 18/04/1882 - 04 /07/1948
Com o livro Reinações de Narizinho descobri o prazer de ler e com Monteiro Lobato aprendi a sonhar.
PABLO PICASSO 25/11/1881 - 08/04/1973
Quando vi o quadro Guernica, pela primeira vez, senti o que é arte e gostei pra sempre!
Stan Laurel - 16/06/1890 - 23/02/1965 & Oliver Hardy - 18/01/1892 - 07/08/1957
Porque rir do que é engraçado faz bem e é bom a vida toda!