Há 12 anos
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Fernando Pessoa
Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
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PENSAMENTOS,
POESIA
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Louco
Quando vejo uma imagem como essa, fico pensando como é louca a incansável busca do homem pela beleza, sempre imitando a natureza.
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ARTES,
PENSAMENTOS
Desistir?
Eu já pensei seriamente nisso, mas nunca me levei
realmente a sério.
É que tem mais chão nos meus olhos
...do que cansaço nas minhas pernas,
mais esperança nos meus passos
do que tristeza nos meus ombros,
mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça.
(Cora Coralina)
realmente a sério.
É que tem mais chão nos meus olhos
...do que cansaço nas minhas pernas,
mais esperança nos meus passos
do que tristeza nos meus ombros,
mais estrada no meu coração do que medo na minha cabeça.
(Cora Coralina)
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POESIA
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ouro Verde
Retirada do café seco dos terreiros da Fazendo Chimboraso, para beneficiamento.
Local: Atual município de Cravinhos. Decada 1920/1930 - Foto de Theodor Preising
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RIBEIRÃO PRETO - MEMÓRIA FOTOGRÁFICA
Alberto Lins Caldas
a vida é terrivel
as horas
são infinitamente belas
todas as horas
torna no torno
a vida infinitamente bela
com as duas
verdades posso apenas
infinitamente viver
a beleza terrivel
que é o infinito
viver
as horas
são infinitamente belas
todas as horas
torna no torno
a vida infinitamente bela
com as duas
verdades posso apenas
infinitamente viver
a beleza terrivel
que é o infinito
viver
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POESIA
domingo, 22 de agosto de 2010
Essa propaganda criada pela agência Moma Propaganda, foi publicada no twitter, depois que foi tuitada a seguinte frase: “E se o YouTube, Facebook e Skype anunciassem nos anos 60?” A propaganda rodou o mundo, foi publicada e republicada em varios sites pelo mundo afora.
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CORRE NA NET
Analu Prestes
O espaço sempre me fez silencioso.
(Jules Valles)
(Jules Valles)
Analu Prestes é uma fotógrafa com um trabalho consistente, muito bem feito e bonito. Espero colocar muitas fotos de Analu aqui no Blog e, quero também, contar um pouco sobre a história de vida de Analu e do seu trabalho. Por enquanto, quem quiser saber mais, pode passar pelo endereço abaixo.
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GALERIA DE FOTOS
Tu Tens Um Medo
" Tu tens um medo:
Acabar.
...
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno "
(Cecília Meireles)
Acabar.
...
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno "
(Cecília Meireles)
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POESIA
sábado, 21 de agosto de 2010
Charles Bukowski
“Não há nada a lamentar sobre
a morte, assim como não há nada
a lamentar sobre o crescimento
de uma flor. O terrível não é a morte,
mas as vidas que as pessoas levam
ou deixam de levar até sua morte."
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FRASES,
PENSAMENTOS
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Samuel Johnson
"A gratidão é um fruto de
grande cultura; não se
encontra entre gente vulgar."
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FRASES,
PENSAMENTOS
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Paulo Mendes Campos
Esse quadro é da artista plástica Regina Rennó
"Tenho tantas lembranças.
Lembranças vermelhas,
azuis, negras e cinzentas.
Até lembranças alaranjadas eu tenho."
Lembranças vermelhas,
azuis, negras e cinzentas.
Até lembranças alaranjadas eu tenho."
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POESIA
A Nestlé é uma empresa que está no Brasil há muitos anos e sempre utilizou da propaganda de forma intensa e constante. Acredito que esse é um dos principais motivos para a grande aprovação que a Nestlé tem em toda pesquisa que é feita na área de alimentos.
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PROPAGANDA
José Saramago
Intimidade
"No coração da mina mais secreta,
No interior do fruto mais distante,
No búzio mais convolto e ressoante
Na camada mais densa da pintura,
Na veia que no corpo mais nos sonde,
Na palavra que diga mais brandura
No silêncio mais fundo desta pausa,
Procuro a tua mão, decifro a causa
De querer e não querer, final, intimidade"
"No coração da mina mais secreta,
No interior do fruto mais distante,
No búzio mais convolto e ressoante
Na camada mais densa da pintura,
Na veia que no corpo mais nos sonde,
Na palavra que diga mais brandura
No silêncio mais fundo desta pausa,
Procuro a tua mão, decifro a causa
De querer e não querer, final, intimidade"
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POESIA
Dia Mundial da Fotografia
"Não fazemos uma foto apenas
com uma câmera; ao ato de
fotografar trazemos todos os
livros que lemos, os filmes que
vimos, a música que ouvimos,
as pessoas que amamos."
as pessoas que amamos."
(Ansel Adams)
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FOTOS DOCUMENTOS
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Fotos em Alta Resolução
Cabul, Afeganistão - 13 agosto de 2010. Afegão participa das orações noturnas.
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FOTOS DA INTERNET
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Barão do Amazonas com Duque de Caxias
À esquerda Palacete Innecchi construído em 1929 (atual Banco Itaú). À direita, sede social da Sociedade Recreativa inaugurada em 1908; entre os anos de 1956 e 1984 sediou a Câmara Municipal (atual Museu de Arte de Ribeirão Preto - MARP).
Rua Barão do Amazonas esquina com rua Duque de Caxias, em 1930.
Rua Barão do Amazonas esquina com rua Duque de Caxias, em 1930.
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RIBEIRÃO PRETO - MEMÓRIA FOTOGRÁFICA
Carlos Drummond de Andrade
No banquete das musas, meu talher
foi parco, minha fome estrita.
Era a ração de um pássaro, colher
...quase vazia... Enquanto, outra, infinita
mesa surgia, branca, e nela tudo
sorrindo se propunha ao paladar.
Ceia de solidão e vento... Mudo,
eu me fartava, fazendeiro do ar.
in "Alimento", in "Viola de Bolso".
Drummond morreu, há 23 anos, no dia 17 de agosto de 1987.
foi parco, minha fome estrita.
Era a ração de um pássaro, colher
...quase vazia... Enquanto, outra, infinita
mesa surgia, branca, e nela tudo
sorrindo se propunha ao paladar.
Ceia de solidão e vento... Mudo,
eu me fartava, fazendeiro do ar.
in "Alimento", in "Viola de Bolso".
Drummond morreu, há 23 anos, no dia 17 de agosto de 1987.
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