sábado, 22 de setembro de 2012

Caio Fernando Abreu


"Tô fazendo minha parte: 
te esperar. Faça a sua: chegue.
Caio Fernando Abreu, para sempre."

Gabriel o Pensador

A vida é feita de pequenos nadas
Que a gente saboreia, mas não dá valor
Um pensamento, uma palavra, uma risada
Uma noite enluarada ou um sol a se pôr
Um bom dia, um boa tarde, um por favor
Simpatia é quase amor
Uma luz acendendo, uma barriga crescendo
Uma criança nascendo, obrigado senhor (...)"

(Tás a Ver?)

Primavera

Com um bom banho ontem, nasceu hoje a primavera a estação do renascer, do perfume das flores.

José Saramago


"Mesmo que a rota da minha vida 
me conduza a uma estrela, nem 
por isso fui dispensado de 
percorrer os caminhos do mundo."

Só Pela Beleza


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

21 de Setembro de 1966

VOCÊ SABIA...que, no dia 21 de setembro de 1.966, o centro de Ribeirão Preto transformou-se em um campo de batalha? Na ditadura militar, como é sabido, qualquer movimento contestatório era proibido. Para a resistência, articularam-se os movimentos estudantis, principalmente os Centro Acadêmicos “Rocha Lima”, da Faculdade de Medicina, o Centro Acadêmico “Carneiro Leão”, da Faculdade de Odontologia e o Centro Acadêmico “1º de Setembro”, da Faculdade de Direito “Laudo Camargo”, e, ainda, os estudantes de Enfermagem, os estudantes secundaristas e aqueles jovens pertencentes à JAC (juventude agrária), JEC ( juventude estudantil), JIC ( juventude industrial), JOC(juventude operária) e JUC ( juventude universitária), todas católicas. Assim é que, nesse dia, na esquina das ruas Álvares Cabral e São Sebastião ( Café Única), se reuniram para seguirem, em passeata de protesto, em direção à Prefeitura Municipal, na praça Barão do Rio Branco. À frente, uma lambreta portando a bandeira nacional. Nas faixas, as inscrições “Liberdade”, “O Exército é o braço do Estado, não a Cabeça”. E palavras de ordem, como “Brasil! Brasil!., “O povo...unido...jamais será vencido” e assim por diante. Dos prédios, desciam papéis picados. 
Passaram pelo “Pinguim”, dobraram à direita, seguindo pela General Osório. Na praça da Prefeitura, os primeiros confrontos. Pedras e paus foram lançados contra os soldados que protegiam o Palácio Rio Branco. Os estudantes invadiram-no, subiram nas árvores. Um jipe da Polícia investiu contra os manifestantes. Acuada, a passeata seguiu em direção ao I.E. “Otoniel Mota” e para a Praça das Bandeiras, defronte à Catedral. 
Com a chegada da cavalaria, a repressão acentuou-se. O estudantes refugiaram-se no templo, sendo espancados mesmo ali. Abrigaram-se, também, na sede do jornal “Diário de Notícias” e ainda no Palácio Episcopal. O relógio marcava 20 horas, quando o arcebispo Dom Felício César da Cunha Vasconcelos, então com 62 anos e com a saúde frágil, saiu às ruas e, em atitude corajosa, segurou as rédeas de um cavalo, na esquina das ruas Amador Bueno e São Sebastião e, gritando “Parem com isso!”, impediu que o cavalariano investisse contra os manifestantes. 
Tentando ajudar, o cônego Angélico Sândalo Bernardino e o Padre Danilo também foram às ruas, constatando vários estudantes feridos, ao que mostraram para D. Felício, que interpelou, veementemente, a Polícia, bradando: “Não admito essa violência, muito menos dentro da Catedral!”. Os policiais resolveram recuar. Dom Felício conversou com os jovens, ponderando-lhes: - “Eu só quero uma coisa: que vocês voltem para casa. Vocês já fizeram a manifestação”. Assim os estudantes saíram em blocos e foi o fim da manifestação. CONFIRA na sinopse do livro “O Preço da Luta”, de Ana Paula Araújo Pinheiro e Anna Regina Bula Tomicioli, postado no www.plataformaverri.com.br – Ribeirão Preto – Estudos Sociais/Políticos... 
Octávio Verri Filho

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Santo Agostinho


''Desde que o amor cresce dentro 
de você, então beleza cresce. 
Porque o amor é a beleza da alma.''

Theodoros Papagiannis

Papayiannis nasceu em Elliniko, Ioannina, em 1942. 
Entre 1961 e 1966, estudou na Escola de Belas Artes de Atenas com uma bolsa, ao lado de Yiannis Pappas.
Em 1967, ele estudou arte grega antiga e da Arte da Bacia do Mediterrâneo, em uma bolsa de estudos de dois anos interno do Serviço de Bolsas de Estudo do Governo (IKY). Suas viagens Mediterrâneo levou para o Egito, Ásia Menor, Chipre, Itália do Sul e da Sicília.
Papayiannis tem sido um professor de escultura na Escola de Belas Artes de Atenas.
Ele vive e trabalha em Atenas, Grécia.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Lewis Carroll


Alice: Quanto tempo dura o eterno?
Coelho: As vezes apenas um segundo.
(Alice no País das Maravilhas)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Biblioteca


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Adélia Prado



A borboleta pousada
Ou
é Deus 
Ou é
Nada


domingo, 16 de setembro de 2012

Albert Einstein.


"Criatividade é a 
inteligência se divertindo"

sábado, 15 de setembro de 2012

Ler Faz Crescer

Autor desconhecido

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Paul Sweeney

Rachael Koscica
"Você sabe que leu um bom 
livro quando vira a última 
página e sente-se quase como 
se tivesse perdido um amigo"

Abraham Lincoln


‎"A melhor coisa sobre o futuro é 
que ele vem um dia por vez"

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Picasso

A leitura nos traços do mestre.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Provérbio Árabe

"Coincidências são pequenos milagres 
onde Deus prefere não aparecer."

Só Pela Beleza!


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Adelaide Claxton

Wonderland, Século XIX 

Cora Coralina

Se achava mais doceira do que escritora. Considerava os doces cristalizados de caju, abóbora, figo e laranja, que encantavam os vizinhos e amigos, obras melhores do que os poemas escritos em folhas de caderno. Só em 1965, aos 75 anos, ela conseguiu realizar o sonho de publicar o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais. Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas viveu por muito tempo de sua produção de doces, até ficar conhecida como Cora Coralina, a primeira mulher a ganhar o Prêmio Juca Pato, em 1983, com o livro Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha. 
Nascida em Goiás, Cora tornou-se doceira para sustentar os quatro filhos depois que o marido, o advogado paulista Cantídio Brêtas, morreu, em 1934. “Mamãe foi uma mulher à frente do seu tempo”, diz a filha caçula, Vicência Brêtas Tahan, autora do livro biográfico Cora Coragem Cora Poesia. “Dona de uma mente aberta, sempre nos passou a lição de coragem e otimismo.” Aos 70 anos, decidiu aprender datilografia para preparar suas poesias e enviá-las aos editores. Cora, que começou a escrever poemas e contos aos 14 anos, cursou apenas até a terceira série do primário. Nos últimos anos de vida, quando sua obra foi reconhecida, participou de conferências, homenagens e programas de televisão, e não perdeu a doçura da alma de escritora e confeiteira.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Dito Aborígene Australiano


"Todos estamos de visita neste 
momento e lugar.
Só estamos de passagem. 
Viemos observar, aprender, 
crescer, amar e voltar para casa!"

domingo, 9 de setembro de 2012

Vejam Que Meninas

Performance no Museu do Louvre, em Paris. 2010
Pintura: Les Trois Graces, por Jean-Baptiste Regnault

sábado, 8 de setembro de 2012

Da Janela

Programa "Da Janela" da TV UNAERP, com a jornalista Cristina Dias, onde conversamos sobre o projeto "Contando a História - Ribeirão Preto" que a Editora Coruja e a Editora FUNPEC, estão produzindo com 37 jornalistas, escritores e professores, todos ligados a Ribeirão Preto e região. Serão produzindo 44 títulos, sendo 3.000 exemplares de cada, perfazendo um total de 132 mil livros que serão distribuídos gratuitamente para as escolas públicas, pontos de cultura e bibliotecas de Ribeirão Preto e região.

O Fio da Meada


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Só Pela Beleza!


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Kim Ji-Hyuck

Ilustración 

Caio Fernando Abreu


"Eu retribuo o sorriso. 
Eu correspondo ao abraço.
Eu digo sim. Eu quero sim. 
Eu sinto sins. Só porque estou vivo. 
E tudo isto, que parece mágico,
é a coisa mais natural do mundo."

Machado de Assis


"As feridas da alma são curadas 
com carinho, atenção e paz."

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Espécie em Extinção

Jacarandá-mimoso

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Manoel de Barros

"A poesia está guardada nas palavras – é tudo que eu sei.
Meu fado é o de não saber quase tudo.
Sobre o nada eu tenho profundidades.
Não tenho conexões com a realidade.
Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.

Para mim poderoso é aquele que descobre as
insignificâncias (do mundo e as nossas).
Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.
Fiquei emocionado e chorei.
Sou fraco pra elogios".