Este logo já completou 10 anos. Continua em atividade e mantém o objetivo. É da empresa do meu amigo Ivan Lemes de Sant´ana, sócio da Análise, que fica localizada na rua Garibadi esquina com Eliseu Guilherme.
Quem não lembra da música do Biotonico Fontoura. Sangue, Músculos, Nervos, estampados no rótulo da poção mágica. Um xarope que faz todo mundo ficar mais saudável. A criança não come? Dê Biotonico Fontoura. A criança come muito? Dê Biotonico Fontoura! Olha, adulto também pode tomar. Biotonico Fontoura é um fortificante para toda a família. E assim, o farmacêutico Cândido Fontoura, que formou-se em 1905 na Faculdade de Farmácia, montou o Laboratório Fontoura & Serpe e tornou-se um dos primeiros industriais brasileiro dessa que é a maior indústria do século XXI, a de drogas oficializadas.
Diz a história que ele estudou para desenvolver este fortificante porque sua esposa tinha uma saúde muito frágil. Em pouco tempo tomando o xarope, sua mulher ficou tão boa que outras pessoas começaram a pedir daquela fórmula maravilhosa. Por sugestão do seu amigo, Monteiro Lobato, o xarope foi batizado com o nome Biotonico Fontoura. Depois, vieram campanhas nacionais sobre o Jeca Tatu, aquele brasileiro que tinha vermes porque não usava sapato e comia mal. E assim, já, varias e varias gerações, tomaram e tomam o Biotonico Fontoura.
Hoje, às 24 horas, vamos entrar pela 39º vez, no horário de Verão. Por mais um ano vai começar aquela mesma conversa sobre as vantagens e desvantagens do novo horário. Em alguns bares isso vira tema de grandes debates que podem até acabar em ofensas. Mas, de fato e de verdade, o Horário de Verão já virou uma marca registrada. É um aviso de que o final do ano está chegando. A partir de agora vamos começar a ver bolas de natal, papai noel e muitas promoções pelas lojas da cidade. As tardes ficam mais compridas, os botecos mais cheios e aqueles que se guiam pela luz acabam chegando mais tarde em casa. Os relógios, na grande maioria, como celulares, computadores e até relógios de pulso digitais, já acertam o horário sozinhos, então, resta aproveitar o dia de hoje, 17 de outubro, porque teremos 1 hora a menos. Quando chegar a meia noite, vamos pular para 1 hora do dia 18 de outubro e no dia 21 de fevereiro de 2010, ganharemos a nossa 1 hora de volta.
Maiores informações sobre o Thoreau você encontra no item informações deste Blog, com o título: A Desobediência Civil, que é o tema de um dos seus livros.
Parabéns a nossa Dama do Teatro. Parabéns a Arlette Pinheiro Esteves da Silva que nasceu em 16 de outubro de 1929, no Rio de Janeiro. Parabéns a Fernanda Montenegro.
No dia 9 de outubro foi aprovada a lei que institui o dia 05 de Junho como o Dia Nacional da Reciclagem. Foi escolhido este dia, porque há 37 anos, nesta data, aconteceu a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, na cidade de Estocolmo na Suécia e, tornou-se o Dia Mundial do Meio Ambiente.
A reciclagem é considerada a melhor forma de manter a capacidade do meio ambiente se regenerar e, é também um meio prático de evitar desgaste dos recursos naturais promovendo a geração de empregos e renda.
Quanto mais eu vivo, mais tenho certeza que a única mudança verdadeira, em qualquer sociedade, é feita pela EDUCAÇÃO. Quando os professores forem bem remunerados e tratados com respeito e dignidade, podem se preparar, porque o país ira mudar de forma irreversível. Até lá, não se preocupem com as propagandas dos políticos, pois nada acontece.
Na frente de combateao terrível incêndio que devastou a Austrália, vemos uma beleza como essa. Os gestos humanos em alguns momentos falam mais que toda a história.
Jacek Yerka é um Polonês nascido em 1952 que fez faculdade de artes e pinta as paisagens do seu mundo de maneira linda e surreal. Suas obras rodam pela internet e são comercializadas em sites brasileiros. Coloque o nome dele no google e aprecie a arte deste polaco porque vale a pena.
No ano que Aninha (Cora Coralina) completaria 120 anos o Museu da Língua Portuguesa presta uma linda homenagem a grande poetisa. Com cenográfia de Daniela Thomas e Felipe Tassara, foi feito um coreto estilizado, todo branco, com poemas bordados em ponto de cruz em linho e visores de vidro com cadernos originais, matérias e livros publicados de Cora, tudo sobre toalhinhas de crochê, deram ao espaço um aconchego com a cara dos textos e da própria Cora Coralina.
Este Museu é um grande presente para toda a população. Nestes três anos de existência têm mantido um cuidado especial com cada exposição e os números de visitantes provam que o bom é sempre muito bem-vindo.
No dia 6 de setembro eu escrevi sobre a exposição do Matisse que acabara de iniciar na Pinacoteca do Estado em São Paulo. Hoje quero comentar sobre a exposição que eu vi. Os desenhos, as litogravuras, os recortes, as cores, a luz, enfim, tudo que Matisse faz, como os grandes artista da história, tem personalidade e é muito atraente. Não importa se é um esboço em crayon ou uma tela com cores e perpectivas. Você para na frente e viaja. A diferença entre os gênios e nós, simples mortais, é essa, eles conseguem nos fazer voar.
Agora, a grande surpresa, que eu não havia observado quando do lançamento da exposição, é que foram convidados cinco artistas franceses contemporâneos para criar diálogos com as obras de Matisse. Quero observar aqui dois destes artistas, Philippe Richard e Christophe Cuzin que consequiram me fazer voar com seus diálogos.
Com fita adesiva vinilíca, Christophe contornou cada parede com um traço de cor diferente.
O Mercado Municipal de São Paulo foi inaugurado em 25 de janeiro de 1933, quando a cidade de São Paulo estava com 1 milhão de habitantes. O projeto do belíssimo prédio é do Escritório Ramos de Azevedo, que durante o início do século XX foi responsável por muitos prédios e edificios na capital paulistana.
Hoje, mais de 70 anos depois, o Mercadão continua servindo a população e fazendo sucesso pela sua beleza e pelos serviços oferecidos. O Mercadão fica na Rua da Cantareira, 306, ao lado da Avenida do Estado, bem perto do centro de São Paulo. É um passeio muito gostoso que sempre vale a pena fazer.
De fato e de verdade o Obama nada fez para merecer o prêmio Nobel da Paz. Mas, nunca achei tão merecedor. Obama transmite uma seriedade e maturidade invejável no meio politico e, até que provem o contrário, é uma nova chance para o planeta, afinal ele continua comandando o maior império da terra.
Millôr Fernandes é uma marca de qualidade em tudo que faz. E, vejam que curioso, ele só descobriu que seu nome era Millôr, e não Milton como todos o chamavam, quando já tinha 17 anos. Millôr escreve livros, peças de teatro, comentários, análises, faz ilustrações, traduções, charges (como essa acima), quadrinhos e muito mais. Se você não conhece o site do Millôr, passe por lá, com certeza vai entrar na sua lista de favoritos.
Gente, hoje eu passei um bom tempo, rindo muito com este exemplar do The Maranhão Herald que você pode desfrutar no site da revista Piauí, na edição deste mês. Passe por lá, porque vale a pena.
Essa escultura é uma amostra dos trabalhos do Moysés Mellin, um ribeirãopretano que mora em São Paulo há mais de 30 anos e hoje é muito respeitado por sua arte. Moysés é pintor e escultor e trabalha com matérias que vão do vidro ao aço carbono. Suas esculturas têm um movimento harmônico que além da beleza nos leva a pensar.
Do dia 04 até o dia 24 de outubro, na avenida Paulista, 2.073, no Espaço Cultural Conjunto Nacional, você pode ver os trabalhos de Moysés Mellin.
Com quantos Paulos se faz um Paulo Leminski? O poeta curitibano sempre foi um e sempre foi mil: estudioso de línguas (inglês, francês, latim, grego, japonês, espanhol), compositor popular, judoca zen-budista, erudito familiarizado com a poesia clássica ocidental e com as rupturas das linguagens mais radicais, moleque culto tomado pelo espírito rebelde do verdadeiro rock’-n’-roll, livre-pensador cosmopolita que se intitulava “A Besta dos Pinheirais”. Todos convergindo para um único centro: o de poeta em tempo integral. Intenso, como um vendaval. Sutil, como um beija-flor. O múltiplo poder transformador da arte de Paulo Leminski quiçá esteja espalhado em cada canto dessa exposição. Seja nos poemas impressos em seus livros, seja nas composições individuais ou em parcerias gravadas por dezenas de intérpretes, nos depoimentos registrados em vídeo, nos manuscritos em papel de carta, guardanapo ou cadernos (como o “laboratório” do livro Catatau) ou nos textos inéditos ainda encerrados em 18 caixas plásticas azuis. Alguns deles, trazidos pela primeira vez a público, aguardam zeloso estudo para futuras publicações. Aliás, fuçar esses arquivos que reclamam um urgente memorial à altura da obra leminskiana foi a parte mais emocionante de todo o trabalho. Mais que isso: um privilégio. Meu mais profundo agradecimento a Alice Ruiz e às filhas Áurea e Estrela Ruiz Leminski pela confiança depositada. A impressionante vitalidade e a desmedida paixão pela vida nos deixam a nítida sensação de que 20 anos após sua passagem “para o sonho de outras esferas” Paulo Leminski continua mais vivo do que muitos vivos. A impressão é que a qualquer momento ele pode entrar pela porta bradando seus versos incendiários e nos convidar para uma nova rebelião contra a assustadora mercantilização da arte e da vida. Você toparia? Ademir Assunção curador
EXPOSIÇÕES: Ocupação Paulo Leminski
Mercedes Sosa foi uma cantora guerreira. Ela nunca cantou só pelo prazer de entoar belas músicas, mas pelo prazer de tomar posição e manifestar, por intermédio da música, seus pensamentos e crenças. Assisti dois shows de Mercedes Sosa; um em Ribeirão Preto no Teatro de Arena e outro em São Paulo no Tuca. Nos dois shows, existia um respeito muito grande por aquela senhora e um entusiasmo envolvente de toda a platéia defendendo seus direitos e a liberdade.
Mercedes, com 74 anos, estava internada num hospital em Buenos Aires há quase 30 dias por problemas hepáticos que acabaram causando dano aos pulmões e a levaram a morte.
Mercedes Sosa deixa na minha lembrança a força da dignidade mesmo debaixo de ditaduras militares. E deixa suas canções que, com certeza, serão ouvidas por muitas gerações.
Breve roteiro da memória amorosa da cidade a partir da primeira letra do alfabeto.
A ROMANA - Bar na esquina da Cerqueira César com Francisco Junqueira, freqüentado pela turma de jornalistas do extinto Diário da Manhã e do jornal O Diário, nos idos de 1975, 1976 e 1977. Seu Brás, com um sorriso de ponta a ponta, era quem recebia a turma e marcava o fiado. Os jornalistas Tony Beer, Cláudio Dias, Rubens Volpe, Sidnei Quartier, Ana Maria Sampaio, Misael de Oliveira, Aldinha de Oliveira e Fernando Braga, entre outros, eram freqüentadores. Ali nasceram namoros que deram em casamento, e depois em separação. Depois da Romana o séquito ia bater papo no Norte-Sul da Costa e Silva, com jurubebas e carne seca. Era cult dar uma passada pela UGT - União Geral dos Trabalhadore na Baixada, onde sempre havia gente do povo e uma santa gafieira. Era comum terminar a noite tomando a canja dos Três Garçons ou do Cacique. Sem medo. Se na seqüência o sol porventura nascesse, a felicidade era completa.
ALMIR COSTA - Almir, conhecido como Gaivota, poeta, músico, cantor e compositor. E um grande pintor. Sedutor, como todos os grandes artistas, teve também um destino romântico. Morreu jovem, aos 40 anos, depois de uma vida dedicada às artes. Irmão da cantora e compositora Thaís Costa.
ANTONIO ACHÊ SOBRINHO - Filósofo da década de 1970, que, a despeito desse passado, jamais entrará para a História ou escreverá livros. Fez discípulos, como Sócrates, ao redor de bucólicas fogueiras nas madrugadas ingênuas do alto da cidade.
ANTONIO CLARET FILHO - Pai da coluna Galhofadas, publicada, durante décadas, nos principais jornais de Ribeirão. Dono de um humor raro e fino, sempre discretíssimo na vida pessoal. Tão discreto que passa despercebido, apesar desse talento especial e para poucos.
ÁLVARES CABRAL - Endereço do Theatro Pedro II, o terceiro maior de ópera do país. Rua dos Pingüins, símbolo nacional da cidade. Da Única, aquela que fez o café que chegou a Moscou. Do primeiro edifício da cidade, o Diederichsen. Em 1968, palco de manifestações estudantis, no quarteirão entre a General Osório e a São Sebastião. Cachorros soltos, soldados hostis e jovens correndo em debandada, por uma causa. Uma juventude -- e uma causa -- que não existem mais. Rua do Domingão, um jornal alternativo e marcante criado em 1975 pelos jornalistas Sérgio de Souza, quixotesco abatedor de moinhos da mediocridade, e Benito Valenzi, bem-humorado e solerte colunista e repórter, assassinado tragicamente por um trombadinha no metrô de São Paulo. Rua onde concebi meu primeiro e meu segundo filhos na mesma casa do Domingão, velha, rústica e fantástica, de pé direito alto, no número 961. Foi o endereço por onde passaram também os jornalistas José Hamilton Ribeiro, inteligente e atilado repórter, iniciador de gerações na profissão; e João Garcia, brilhante escritor e autor de todas as boas pautas durante quatro décadas de convivência.
ÁLVARO COSTA COUTO - Pequena rua de um único quarteirão, entre a Bernardino de Campos e Nove de Julho, onde, na década de 1970, vivi com meus pais. As janelas do apartamento davam para o Leste. De lá vi, por anos seguidos, estrelas derradeiras e supostos discos voadores confundirem-se com o brilho do amanhecer. Neste único quarteirão, também, se estabeleceu, para curar drogados, uma residência de pastores à época apresentados como idealistas. Ironicamente, ou não, o núcleo ficou conhecido na cidade toda como a ‘Casa de Cristo’. O grupo conseguiu um feito que reputo como extremamente útil: revelou um grande talento do teatro de Ribeirão, José Maurício Cagno. Aos 15 anos, ele estreou fazendo o Cristo na peça Maranata, um musical inspirado em Godspell, apresentado em todo o Sul do país. O grupo viajava de ônibus, dormindo em chão de igrejas e casas de evangélicos. Muito romântico. Assim, chegou até o Uruguai. E foi na passagem por Porto Alegre, em dezembro de 1975, que eu, na época atriz e cantora da peça, descobri que Deus existia. Uma das companheiras de elenco, Maria Luísa Baúso, caiu doente. Ficou prostrada, com febre altíssima. Ninguém sabia o que era e os mais radicais achavam que não era preciso procurar ajuda médica, bastava rezar. Eu via o estado crítico dela e clamava por socorro divino e também por um médico. E ele apareceu. Deu as caras através do cardiologista e clínico geral Newton Pedro de Camargo, de Ribeirão Preto, que estava lá para um congresso e apareceu no teatro gaúcho para ver a nossa peça. Doutor Newton foi simplesmente divino: levou Maria Luísa direto para o hospital. Ela estava com meningite e teria morrido se ele – Deus em pessoa – não tivesse interferido. Texto de Rosana Zaidanpublicado no Guia Centro de Ribeirão - Edição Março 07
"Entre duas notas de música existe uma nota,
entre dois fatos existe um fato,
entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam
existe um intervalo de espaço, existe um sentir que é entre o sentir...
que é a respiração do mundo,
e a respiração contínua do mundo
é aquilo que ouvimos
e chamamos de silêncio"
Hans Sylvester nasceu em 1938 na cidade de Lorrach, na Alemanhã. Ele é um fotógrafo que fez a opção pelo livro. Pelas informações que correm na internet e pela amostra dessas fotos sobre a arte das tribos das margens do rio Omo na África, ele merece todo nosso respeito.
Essa foto foi tirada em São Paulo, no Clube dos Amigos, provavelmente em 1969.
SONETO A PABLO NERUDA
Quantos caminhos não fizemos juntos Neruda, meu irmão, meu companheiro... Mas este encontro súbito, entre muitos Não foi ele o mais belo e verdadeiro?
Canto maior, canto menor - dois cantos Fazem-se agora ouvir sob o cruzeiro E em seu recesso as cóleras e os prantos Do homem chileno e do homem brasileiro
E o seu amor - o amor que hoje encontramos... Por isso, ao se tocarem nossos ramos Celebro-te ainda além, Canto Geral
Porque como eu, bicho pesado, voas Mas mais alto e melhor do céu entoas Teu furioso canto material!
As escavadeiras não foram fundo o bastante pra alcançar o fim das raízes daquelas árvores que esperavam o fim do ano para encher as cestas das freiras, as latas dos pedreiros e os uniformes de crianças, para o horror de mães que custavam a tirar do azul primário o amarelo manga. O barulho das máquinas veio como uma tempestade e assim passou, mas a algazarra que se ouvia à entrada, no recreio e nas horas da saída anunciadas com músicas e sinos ainda zumbe gostoso no ouvido daqueles que por ali passaram e viveram. As franquias da moderna praça de alimentação não descobriram o segredo do molho de pimenta do seu Zé ou os ingredientes dos gelinhos que juntavam sempre à sua volta um enxame de meninos e meninas, refrescando a euforia da liberdade para depois tentar a sorte na roleta do tio do biju. As rodas de ciranda, os duelos de bafo, as peladas com garrafa de iogurte, queimada, basquete, pega-pega, pique-esconde supriam a diversão e condicionamento que hoje se busca nos fliperamas e academias – mais um alívio para as mães, que viram as taxas de joelho esfolado reduzirem drasticamente. Aliás, é para as mães que a coisa calhou bem. Vêm ali comprar seus uniformes exclusivos quando outrora tinham de os ir buscar lá na Av. Saudade para os filhos. Aprendiam-se os sacramentos com a Madre Helena 67 metros abaixo de onde outro dia passou Jesus Cristo segundo Mel Gibson. Às guloseimas da cantina não fazia concorrência qualquer supermercado. E o mimeógrafo dava mais barato que cópia colorida..
Não há mais Barriga Cheia na esquina da Garibaldi com a Prudente, Aldeia Nova ou À leste do Éden na Garibaldi com a Campos Salles, o alfaiate Felício já não é vizinho do barbeiro Hélio na Prudente, quase na São José, a janela do casarão da esquina da São josé e Campos Salles existe assim como o velho calado que emoldurava. Restam grandes prédios, com a sua infinidade de varandas e janelas viradas como camarotes para uma caixa de lembranças. Texto de Dan Kfouripublicado no Guia Centro de Ribeirão - Edição Março 07
Nos anos 1960 existiam poucas opções de tênis ou keds como eram chamados os sapatos para esporte. O melhor era o Rainha, que tinha 2 modelos; o de couro e o de tecido. Depois vinha o Bamba e por fim o Conga. Depois veio o Kichute e mais pra frente os importados. Mas, no total não havia 10 marcas.
Recebi hoje da minha querida amiga Silvia Bolliger, que me honra frequentando o meu Blog, duas fotos feitas em Praga: patinhos no rio que atravessa a cidade - o Vtlava - e o John Lennon Wall. Agradeço de coração!
Estou inaugurando a Minha Galeria. Nela, vou colocar fotos de familiares, amigos, companheiros, escritores, poetas, pintores, enfim, pessoas que, por algum motivo, foram importante ao longo da minha caminhada.
Gilberto Alves Baptista - GIBA 23/12/1923 - 20/07/2009
Meu pai, meu amigo, meu herói. Seu Gilberto me ensinou a amar a vida e respeitar a todos indistintamente.
Francisca Maria Aparecida Mauro Baptista - Mariinha 08/10/1922 - 04/08/2006
Minha mãe, uma católica praticante. Foi quem me ensinou a levantar, todos os dias, e agradecer a Deus.
Rosa Alves Baptista - Dona Rosinha 27/05/1891 - 06/05/1985
Minha avó paterna, a melhor contadora de estórias do mundo. E fazia um café com leite delicioso.
José Bento Renato Monteiro Lobato 18/04/1882 - 04 /07/1948
Com o livro Reinações de Narizinho descobri o prazer de ler e com Monteiro Lobato aprendi a sonhar.
PABLO PICASSO 25/11/1881 - 08/04/1973
Quando vi o quadro Guernica, pela primeira vez, senti o que é arte e gostei pra sempre!
Stan Laurel - 16/06/1890 - 23/02/1965 & Oliver Hardy - 18/01/1892 - 07/08/1957
Porque rir do que é engraçado faz bem e é bom a vida toda!